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Mostrando postagens de julho, 2019

A busca

“Busco alguém que me complete”. “Busco realização no trabalho”. “Busco refúgio no lar”. E por aí vai... Enfim, estamos sempre buscando. Mas fica uma pergunta no ar: quanto dessas buscas se concretiza e, mais do que isso, se pereniza, ou seja, se mantém estável, sem abalos, ao longo do tempo? Se encontrarmos alguém que nos complete, a primeira grande decepção (ou quiçá mesmo pequena) da qual ele ou ela for protagonista nos fará novamente nos sentirmos incompletos. Se houver qualquer significativo entrave ou desavença no campo do trabalho, a realização que até então sentíamos correrá forte risco de soçobrar. E, se o lar já não for o mesmo de outrora, com a harmonia de tempos tidos como felizes, não teremos mais onde nos refugiar. O que nos cabe então buscar? Independentemente de você, caro leitor, cara leitora, ter religião ou não – e, em tendo, não importa qual seja –, lanço mão de uma frase de Jesus, relatada por Lucas, no capítulo 17, versículo 21, do Evangelho de sua autoria...

Página de “O Farol e o Moinho” no Facebook

Prezados leitores, Sei bem que nem sempre é fácil acompanhar os textos de um blog. Criei, portanto, para os que usam o Facebook, uma página de “O Farol e o Moinho” nessa rede social, acessível pelo seguinte endereço: www.facebook.com/ofaroleomoinho . Curtam a página, pois dessa forma serão mais facilmente avisados quando houver uma nova publicação. E também deixem lá seus comentários, sempre que quiserem (se preferirem postá-los lá em vez de comentar aqui). Um grande abraço!

Quem terá tamanha coragem?

O vírus ebola se espalha pela África central, já tendo vitimado fatalmente, até este momento, milhares de pessoas apenas na República Democrática do Congo. Moradores de rua morrem de frio na cidade mais rica (?) do Brasil, São Paulo. Em diversos países, inclusive em recantos esquecidos de parte daqueles considerados mais abastados, ainda há gente que mal tem o que comer. Voltando ao Brasil, milhões sofrem nas filas e corredores de hospitais enquanto a corrupção corre (e come) solta, desviando para bolsos particulares recursos que salvariam – ou ao menos amenizariam os sofrimentos de – toda uma coletividade. Mas não quero falar dos que agem à margem da legalidade (e da moralidade). Quero me dirigir, sim, aos que simbolizam uma profunda injustiça dentro dos campos do que é permitido, do que não foge às leis, e poderiam agir corajosa e decisivamente em prol de um mundo melhor, mais equânime, mais equilibrado. Todos nós, é claro, podemos fazer a nossa parte, dar o nosso quinhão, p...

Música e vibração

Devo muito do que sou, ou do que eu quero ser, à música. E devo muito do gosto que tenho pela boa música à influência de minha família, sobretudo de meu pai, e às nossas raízes italianas – ou, mais especificamente, napolitano-calabresas. É verdade que, tanto por circunstâncias da vida, como, acima de tudo, por negligência minha para comigo mesmo e certa miopia ao traçar minhas prioridades de vida, algumas das quais ao menos parcialmente equivocadas, acabei por não aprender a tocar um instrumento musical ou praticar canto lírico – talvez a maior frustração que carrego, mas algo que ainda tenho tempo, acredito, de consertar (para então, quem sabe, concertar). A música costuma tocar tão profundamente minha alma que passei a ter a certeza de que é um dos mais poderosos alimentos energéticos de que temos à disposição. Arrisco dizer que os gêneros musicais que elegemos – se é que elegemos, pois talvez seja algo mais forte que nós, assim como não escolhemos a quem amar – como de noss...